Os 50 espetáculos da primeira edição do MIL acontecem nos bares e discotecas do Cais do Sodré. Consulte a programação em millisboa.com
Gonçalo Villaverde / Global Imagens

MIL. Um festival para vender a música portuguesa

A música é um produto cultural, por isso deve ser olhado como um negócio. É esta a ideia de base do primeiro encontro para profissionais da música que decorre esta semana em Lisboa.

Começa esta quinta-feira, em Lisboa, o MIL (Lisbon Internacional Music Network), o primeiro encontro feito em Portugal destinado ao intercâmbio entre profissionais da música. Reúne agentes, editoras, promotores e artistas com o objetivo de debater ideias e, sobretudo, comprar e vender música. Além das conferências e debates, decorre um festival de música, 50 espetáculos aberto ao público que decorrem em vários locais do Cais do Sodré — o programa completo pode ser consultado neste link.

O MIL é um evento de aprendizagem e de networking, uma plataforma importante para que agentes estrangeiros possam conhecer o mercado musical português mas, também, para que os profissionais portugueses possam aprender. Isto porque, para passar fronteiras, todos têm de estar bem preparados.

Durante dois dias, os profissionais vão poder conhecer-se, estabelecer parcerias e fazer negócios. Este é o propósito da CTL, empresa de management e produção de espetáculos que organizou o MIL, em parceria com o MaMa, o congénere francês que já conta com 8 edições.

O Observador entrevistou Gonçalo Riscado da CTL e Fernando Ladeiro-Marques, diretor do MaMa, que resume de uma forma simples a importância do MIL: “Nos dias que correm, os profissionais estão em permanente contacto através do computador, mas na realidade, não se conhecem. Por isso este tipo de eventos vai desenvolver e acelerar colaborações. Em Portugal não havia eventos como este, é um dos poucos países da Europa onde ainda estava por fazer”.

A organização explica que o objetivo do MIL não é ganhar dinheiro, mas sim ser útil para toda a indústria – músicos, editoras, managers, festivais – discutir problemas e aprender. E porque “em Portugal há artistas com um potencial grande para exportação”, diz Fernando Ladeiro-Marques.

Gonçalo Riscado, da CTL, sublinha outro aspeto importante: a necessidade do envolvimento político. Explicou ao Observador que “a música popular contemporânea nunca foi vista, do ponto de visto político, como uma área de investimento, um produto de exportação.” O responsável da CTL acredita que “há uma capacidade criativa extraordinária que deve ser potenciada e ajudada, não necessariamente com apoios [financeiros] mas com estas ferramentas de internacionalização”.

Fernando Ladeiro-Marques acrescenta: “A música popular é um produto cultural e social, não é só o teatro ou a música clássica.” Fomentar esta indústria passa, por exemplo, “pelo estímulo económico na renovação de salas de espetáculos, mas também por formar agentes e produtores, por ensinar as bandas a estarem mais bem preparadas para dar o salto. A música também deve ser considerada uma parte económica do país”, conclui.

O diretor da CTL afirma que em Portugal “já temos alguns bons profissionais na área do management, da produção e gestão musical, mas ainda são poucos. O facto de poder acontecer em Lisboa um encontro de profissionais com muitos anos de experiência, acessíveis a toda a gente, nomeadamente a pessoas que estão agora a começar a sua carreira, pode ser muito importante para a sua formação”.

E acrescenta um objetivo: “mais do que Portugal, queremos ter aqui um evento destinado ao mercado da língua portuguesa, que isto seja uma porta de entrada da música popular e contemporânea, por exemplo brasileira, no mercado europeu.” Não existe uma ligação de mercado, por isso o MIL quer ser “um ponto de intercâmbio entre o mercado dos países de língua portuguesa e o resto do mundo”. A ambição é grande, mas Gonçalo Riscado acredita que é possível criar esta ponte.

Ambos consideram que a língua portuguesa não só não é uma barreira para os agentes estrangeiros, como se insere no chamado “mercado alternativo”. Fernando Ladeiro-Marques afirma que “o som português é muito apreciado fora de Portugal”, especialmente “à medida que ganha influências de sonoridades africanas e brasileiras”. Mas não basta ser criativo, “as pessoas têm de ser competentes a promovê-la”, diz-nos Gonçalo Riscado. O MIL quer contribuir para isso.

O responsável da CTL contou-nos que a recetividade para esta primeira edição, com tão pouco tempo de preparação, foi muito boa. Há já cerca de 300 profissionais, entre convidados e inscritos, sobretudo portugueses mas também provenientes de muitos países da Europa. Gonçalo Riscado espera que esta seja a primeira edição de muitas, uma plataforma com capacidade de crescimento assente na aprendizagem, na divulgação e nos negócios. Isto porque, “se não se fizerem negócios, a médio prazo isto não faz sentido. Se o MIL não contribuir para a exportação e para o intercâmbio de mercados, então não estamos aqui a fazer nada”.

A música, ou seja, a parte do festival, é uma consequência da convenção. Pretendeu “reunir projetos interessantes, com capacidade de internacionalização. Estas bandas vão ter a oportunidade de ser vistas pelos agentes estrangeiros”, diz o promotor da CTL. “Todas foram selecionadas por convite e todas se mostraram muito interessadas”, afirmou. Do alinhamento fazem parte nomes tais como Capitão Fausto, B Fachada, Sensible Soccers, White Haus, Surma, PAUS, Da Chick, Mazgani, Selma Uamesse, Xinobi, entre muitos outros.

Os espetáculos estão abertos ao público, os bilhetes custam 20 euros e estão à venda nos locais habituais. Os Pro Ticket custam 40€ e dão acesso aos debates, à lista de participantes profissionais e entrada prioritária nos espetáculos.

Autor  (Observador.pt)
05.05.2014_9.48.20

Festivais neste 2017 (Já anunciado)

05.05.2014_9.48.20LISBOA DANCE FESTIVAL
10 e 11 de março
Lx Factory, Lisboa

Passe: 45 euros (50 euros nos dias do evento)

10 MARÇO

FÁBRICA XL
Marcel Dettmann
Dekmantel Soundsystem
Tokimonsta
Jessy Lanza
Holly Hood

CARLSBERG ROOM @ ZOOT
Moullinex (Curadoria) e convidados

CLUBE ANTENA 3 @ LER DEVAGAR
Batida 2007-2017 Radio DJ Set
DJ Glue
Harold
Ghost Hunt

KIA RIO ROOM @ THE DORM
Sam the Kid B2B DJ Big
Nitronious B2B Darksunn
Rita Maia B2B DJ Satelite
Vitor Belanciano B2B Davide Pinheiro

11 MARÇO

FÁBRICA XL
Hercules & Love Affair
Mount Kimbie
George Fitzgerald
Hunee
Mai Kino

CARLSBERG ROOM @ ZOOT
Branko (Curadoria) | Convidados: Clap Clap, iZem, KKing Kong,
Enchufada na Casa

CLUBE ANTENA 3 @ LER DEVAGAR
Rui Maia
Holy Nothing
Corona
Lince

KIA RIO ROOM @ THE DORM
Riot B2B Nuno Forte
Señor Pelota B2B Dupplo
Stereossauro B2B DJ Kwan
Pedro Ramos B2B Mr Mitsuhirato

TALKS & MARKET @ FÁBRICA L
Girl Power / Local é Global / Fenómeno do Hip-Hop / Dominar as Redes Sociais / Launchpad da Novation Circuit / Djing / Masterização / Sampling e Live

TREMOR

Ilha de São Miguel, Açores
De 4 a 8 de abril

Beak>
Mão Morta
Circuit des Yeux
Yves Tumor
Norberto Lobo
Morbid Death
Flamingods
Conjunto Corona
PMDS
We Sea
Filipe Furtado
Bonga
Camera
Ghost Hunt
3rd Method
The Quiet Bottom

NOS PRIMAVERA SOUND

Parque da Cidade, do Porto
De 8 a 10 de junho
50 euros (um dia) e 100 euros (passe)

Quinta-feira, dia 8 de Junho: Cigarettes After Sex, Flying Lotus, Grandaddy, Justice, Miguel, Rodrigo Leão & Scott Matthew, Run The Jewels, Samuel Úria

Sexta-feira, dia 9 de Junho: Angel Olsen, Bon Iver, Cymbals Eat Guitars, First Breathe After Coma, Hamilton Leithauser, Jeremy Jay, Julien Baker, King Gizzard & The Lizard Wizard, Mano Le Tough, Nicolas Jaar, Nikki Lane, Pond, Richie Hawtin, Royal Trux, Skepta, Sleaford Mods, Swans, Teenage Fanclub, Whitney

Sábado, dia 10 de Junho: Against Me!, Aphex Twin, Bicep, The Black Angels, Death Grips, Elza Soares, Evols, The Growlers, Japandroids, Lady Wray, The Make-Up, Metronomy, Mitski, Núria Graham, Operators, Sampha, Shellac, Tycho, Wand, Weyes Blood

FESTIVAL MIMO
De 21 a 23 de julho, em Amarante
Entrada grátis

Herbie Hancock

SUMOL SUMMER FEST
De 30 de junho a 1 de julho, na Ericeira

Sean Paul

Entre 22 euros (diário) e 38 euros (passe)
Passe misto para Sumol Summer Fest e MEO Sudoeste: 120 euros

NOS ALIVE 17
De 6 a 8 de julho, Passeio Marítimo de Algés

6 de julho
The xx (Palco NOS)
The Weeknd (Palco NOS)
Alt-J (Palco NOS)
Phoenix (Palco NOS)
Ryan Adams (Palco Heineken)
Blossoms (Palco Heineken)
Rhye (Palco Heineken)

7 de julho
Foo Fighters (Palco NOS)
The Kills (Palco NOS)
Warpaint (Palco Heineken)
Wild Beasts (Palco Heineken)
Parov Stelar (Palco Heineken)
Savages (Palco Heineken)

8 de julho
Depeche Mode (Palco NOS)
Imagine Dragons (Palco NOS)
Kodaline (Palco NOS)
Spoon (Palco Heineken)
Glass Animals (Palco Heineken)
Cage the Elephant (Palco Heineken)

SUPER BOCK SUPER ROCK
De 13 a 15 de julho, Parque das Nações, Lisboa
55 euros (dia) e 109 (passe)

13 de julho

Palco Super Bock
Red Hot Chili Peppers
Capitão Fausto

Palco EDP
Boogarins
Kevin Morby

14 de julho

Palco SBSR
London Grammar

Palco EDP
Tyler the Creator

15 de julho

Palco Super Bock
Deftones
Foster the People

Palco EDP
Bruno Pernadas
James Vincent McMarrow
Seu Jorge “The Life Aquatic”: Tributo a David Bowie

MEO MARÉS VIVAS
De 14 a 16 de julho, Vila Nova de Gaia
35 euros (dia) e 60 euros (passe)

14 de julho
Bastille
Seu Jorge
Agir

15 de julho
Scorpions

16 de julho
Sting
Miguel Araújo

EDP COOL JAZZ

The Pretenders
19 de julho, Parque dos Poetas, Oeiras
Entre 25 euros e 65 euros

Maceo Parker
20 de julho, Jardins do Marquês do Pombal
Entre 25 euros e 45 euros

Jake Bugg
25 de julho, Jardins do Marquês de Pombal
30 euros

Jamie Cullum
29 de julho no Parque dos Poetas, Oeiras
Entre 23 euros e 65 euros

MILHÕES DE FESTA
Entre 20 e 23 de julho
Parque Fluvial de Barcelos

The Gaslamp Killer
Sarathy Korwar
Sex Swing

50 euros até 16 de abril, 55 euros depois dessa data, 60 euros a partir de 3 de julho

FMM de Sines
Entre 21 e 29 de julho, em Sines e Porto Covo

Cristina Branco
Oumou Sangaré
Fatoumata Diwara com Hindi Zahra
Gaye Su Akyol
Lura
Savina Yannatou
Leyla McCalla

MEO SUDOESTE
De 1 a 5 de agosto
Zambujeira do Mar

48 euros (bilhete diário) e 105 (passe)

2 de agosto
Palco MEO
The Chainsmokers

3 de agosto
Palco MEO
Two Door Cinema Club
Mishlawi
DJ Snake

4 de agosto
Palco MEO
Martin Garrix
Lil Wayne

5 de agosto
Palco MEO
Jamiroquai

NEOPOP
De 3 a 5 de agosto
Junto ao Forte de Santiago da Barra, Viana do Castelo

Entre 40 euros e 75 euros (bilhetes diários e passes de três dias, preços até ao final de março)

Kraftwerk
Moderat
Rødhad
Planetary Assault Systems
DJ Stingray
Voiski
Sonja Moonear
Dax J
Paul Temple
Eric Cloutier

SOL DA CAPARICA
De 10 a 13 de agosto

Manel Cruz
Carlos do Carmo
Regula
Sam Alone
Criolo
Matias Damásio

35 euros (passe para todos os dias)

VODAFONE PAREDES DE COURA
De 16 a 19 de agosto
75 euros (passe)

Nick Murphy (Chet Faker)
Foals
Benjamin Clementine
Ty Segall
Car Seat Headrest
Beach House
BadBadNotGood
!!! (Chk Chk Chk)
Future Islands
At The Drive-In
Beak>
Ho99o9
Moon Duo
Sunflower Bean
Manel Cruz

baresvsbandas

BARES Vs. ARTISTAS

BARES E ARTISTAS MAIS PRÓXIMOS

A plataforma MAPA, especializada e exclusivamente dedicada à música portuguesa, quer ser “a peça que faltava” nesta moderna indústria, “aproximando a oferta da procura”.

Com diversos projetos de qualidade no nosso país, a dificuldade em expor a sua arte e a falta de oportunidade de brilharem é crescente entre os artistas, por falta de meios. Ao mesmo tempo, existem várias agencias que pretendem contratar artistas para atuaram mas o conhecimento do leque de músicos que os rodeiam é bastante diminuto. É para este público e para o conhecimento de todos, que esta nova e patriota rede social se direciona, com o objetivo de promover um “pais com mais talento.” Sempre com a perspetiva de “aproximar a oferta da procura, com a criação de uma plataforma onde, além de artistas, bares, discotecas, também estão presentes produtoras, lojas, escolas de música, managers, estúdios, editoras, fabricantes, distribuidores,  ou seja, toda a indústria da Música.”

O conceito desta iniciativa consiste, como o próprio nome indica, num sistema de imagem de satélite do território nacional. No caso de ser um artista, o cliente que adere à plataforma fica geolocalizado com dados como género musical, nome da banda ou projeto, site ou página de Facebook e  reprodução automática de uma ou mais músicas, consoante o pacote escolhido. Os bares e outros espaços que recebam e promovam eventos musicais vão estar também sinalizados no Mapa Música, tornando mais fácil a comunicação destes com os artistas. Entre outros exemplos, esta nova rede social facilita ainda a contratação de um artista, que uma escola de música dê a conhecer as suas formações diretamente ao seu público e a divulgação das promoções de uma loja de música.

Registo no MAPA

 

 

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ONICA LANÇAM NOVO VIDEOCLIP

ONICA LANÇAM NOVO SINGLE

Tendo passado pelas Super FM e 105.4, e um mês após entrevista dada à RTP2, os ONICA lançam agora o single “Not Looking Back” nas plataformas digitais, com videoclip no YouTube, tema produzido por Wilson Silva dos More Than a Thousand – da co-autoria de João Bettencourt Pedroso e André Pires -, tal como aconteceu com o álbum “Same Old Stories”. Este último, lançado há 2 anos, conta com mais de 250.000 streams, tendo o tema “Stay Strong” chegado ao “TOP VIRAL 50” do Spotify.

http://www.youtube.com/watch?v=gUj9cRy6kFI[/embed]

Tendo dado o primeiro concerto em 2011 com apenas 15 anos de idade, no então Rock N´Shots, e tendo sido em 2013, a banda mais nova a ser convidada para tocar na Festa do Avante, contam com mais de 30 concertos, entre os quais se destacam os dados no “NOS Alive 2015”, no “Lounge D” do Casino do Estoril e o de banda de abertura dos suecos Spiders.

Facebook – facebook.com/onicaband

Youtube  – http://bit.ly/2lijxw0
Spotify – http://bit.ly/1KaSDg5
Instagram – onicaband

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Músicos portugueses passam a saber que canções suas estão a passar em tempo real

A 1 de Outubro, a GDA vai lançar plataforma que controla airplay. Ferramenta permitirá melhor gestão dos direitos de autor, espera a cooperativa.

Até agora, os músicos só recebiam informação sobre a transmissão das suas composições no espaço público através das editoras, dos agentes ou das associações representantes. A partir de 1 de Outubro, Dia Mundial da Música, a cooperativa GDA – Gestão dos Direitos de Artistas, Intérpretes ou Executantes, em parceria com a empresa espanhola BMAT, vai permitir que acedam on-line, e em tempo real (o delay poderá chegar a uma hora), aos dados das faixas que estão a ser utilizadas por rádios ou televisões.

O portal, pioneiro em todo o mundo, vai possibilitar aos artistas saberem que tipo de utilização está a ser feita da sua música e por quem, ao mesmo tempo que dará informação sobre os montantes que os músicos poderão receber por determinada utilização. Luís Sampaio, vice-presidente da GDA, explica que o sistema parte de uma base de dados com as músicas que se pretendem localizar. “Há uma comparação com o que passa em determinada frequência ou canal e, se for detectada uma semelhança, o programa vai buscar os metadados”, diz. O título da canção, o artista, a editora, a duração e o dia e a hora da transmissão serão algumas das informações disponíveis.

Foi a pensar na oportunidade de os artistas verem o contexto em que está a ser reproduzida a sua música e o valor que a transmissão poderá implicar que a GDA desenvolveu a parceria com a empresa tecnológica BMAT. Foi criado um sistema adaptado a partir do Vericast, software que permite monitorizar milhões de músicas em mais de três mil rádios e televisões em todo o mundo. “Esta informação não é normalmente conhecida pelos artistas e pode ajudá-los a perceber melhor como as coisas funcionam”, reconhece Luís Sampaio.

O portal vai permitir que os artistas tomem decisões de gestão da sua carreira com base na informação a que vão ter acesso, nomeadamente o tipo de público que estão a alcançar. “Se a minha música tocar muitas vezes na Rádio Barcelos, secalhar está na altura de enviar o meu empresário lá para tentar vender um concerto”, exemplifica o vice-presidente da GDA.

De acordo com a descrição no site da espanhola BMAT, o programa “permite um reconhecimento em tempo real e um registo verificado com base numa pegada de áudio resistente a alterações do sinal devido à existência de voz por cima, à mistura de transmissão e ao ruído do canal”. A precisão do rastreamento e dos registos de emissão torna maior “a eficiência na distribuição de direitos de autor”. O Vericast tem um tempo mínimo de reconhecimento de quatro segundos e uma taxa de eficácia de 99,9%.

A plataforma facilitará o controlo da emissão pública do trabalho dos artistas da cooperativa e dará mais transparência à cobrança dos respectivos direitos de propriedade intelectual. A GDA pretende, ainda, combater a ideia de gratuitidade que impera actualmente. “A música está presente em todo o lado, como se fosse gratuita, e é essa ideia que precisamos de desfazer. Há trabalho e precisa de ser remunerado”, remata Luís Sampaio.

O portal da GDA permite aos artistas a gestão de uma conta-corrente onde podem saber os montantes que lhes vão sendo creditados e actualizar os seus dados com as participações em novas obras. Segundo a GDA, a cobrança do valor pela utilização de canções nos espaços televisivo e radiofónico “é rigorosamente proporcional à intensidade da utilização das obras”. A monitorização das músicas não terá qualquer custo para os músicos.

Fonte: PÚBLICO

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Marshall cria smartphone

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A fabricante de amplificadores Marshall anunciou que lançará o seu próprio smartphone, um topo de gama pela importância que dá à música.

Este Marshall London, tem um processador Snapdragon 410, 2GB de RAM, um ecrã de 4.7 polegadas capaz de reproduzir a 720p, 16GB de armazenamento e possibilidade de usar cartões microSD. A câmara traseira, de 8 MP é mais que suficiente para tirar umas belas fotos do seu artista preferido.

A forma como o Marshall London coloca a música como foco deverá convencer quem não consegue estar sem os seus headphones. Apresenta duas colunas frontais, uma acima e outra abaixo do ecrã, duas entradas para headphones, um botão para ir diretamente para a secção dedicada a música e um controlador ‘slider’ dourado para alterar o volume.

O design evoca os amplificadores da marca e as aplicações e funcionalidades relacionadas com produção de música deverão fazer qualquer fã da marca feliz.

Este smartphone está avaliado em 541 euros.

Flower Power Festival

FLOWER POWER FEST 2015 – Vila Nova de Santo André

O Flower Power Fest (FPW) é um festival com produção Lus’Alma – Associação de Divulgação, Promoção Cultural e Artística, que retrata as décadas de 60/70 e parte da década de 80.

De 13 a 16 de Agosto, o Flower Power Fest volta a Vila Nova de Santo André para reviver os anos 60 e 70 e o espírito do festival de Woodstock, no Parque Central da cidade.

Ingleses Fischer Z são o nome em destaque no cartaz.


A juntar aos Fischer Z, o cartaz do Flower Power vai apresentar um conjunto de bandas tributo a alguns dos maiores nomes da música, como Kind of Magic & The Flashing Voices (tributo aos Queen), Elvis and the Memphis Flash (tributo a Elvis Presley), ABBA Mania (tributo ao quarteto sueco), Isabella Bretz e Uprising (tributos a Bob Dylan e a Bob Marley) ou Peakles (tributo a Beatles). Rui Cabanelas, Rui Miguel, Louis, Light’s são os DJ residentes.

 

PREÇO

O bilhete diário
10 € – Quinta (dia 13) e Domingo (dia 16)
15 € – Sexta (dia 14) e Sábado (dia 15)

Passe (4 dias)
30 € sem camping
40 € com camping (incluído no bilhete)

Bilhete FAMILIAR diário (Quinta e Domingo)
20 € – (3 pessoas)
30 € – (4 pessoas)
40 € – (5 pessoas)
50 € – (6 pessoas)

Bilhete FAMILIAR diário (Sexta e Sábado)
30 € – (3 pessoas)
40 € – (4 pessoas)
50 € – (5 pessoas)
60 € – (6 pessoas)

Entrada Permanente FAMILIAR (4 dias)
60 € – (3 pessoas)
80 € – (4 pessoas)
100 € – (5 pessoas)
120 € – (6 pessoas)

 

Outras actividades e animação:

Feira dos Saberes e Sabores – na envolvência do recinto
Mostra e passeio de automóveis antigos das décadas de 60 e 70
Mega parque de Insufláveis
Slackline
Artesanato
Artes plásticas e performativas
Exposições
Workshops
Jogos tradicionais
Dança
Yoga
Concursos

 

cartaz fmm 2015

FMM é «um dos 25 melhores festivais do mundo»

A revista «Songlines» elegeu o Festival Músicas do Mundo na lista de eventos dedicados à world music

O Festival Músicas do Mundo de Sines  foi considerado pela revista britânica «Songlines» um dos 25 melhores festivais dedicados à world music.

Pela sexta vez consecutiva, o festival português integra esta lista da «Songlines sendo este o único festival português e ibérico escolhido pela equipa editorial.

A edição deste ano do FMM Sines está agendado para 17 e 25 de Julho. Realiza-se na cidade de Sines e na vizinha vila de Porto Covo.

Outros festivais escolhidos pela publicação britânica:   Kriol Jazz Festival (Cabo Verde), o WOMADelaide (Austrália) e o Musiques Metisses (França).

O FMM de Sines, que se centra no castelo medieval de Sines, cumprirá em julho a 15ª edição, contando já com os nomes confirmados como Salif Keita, Orlando Julius, Toumani & Sidiki Diabaté, Ana Tijoux, Ibibio Sound Machine, Canzionere Grecanico Salentino, Thea Hjelmeland e Dele Sosimi, entre muitos outros.

Os bilhetes para os concertos noturnos do Castelo já estão à venda na BilheteiraOnline, com possibilidade de aquisição online e num circuito de lojas por todo o país.

** ALINHAMENTO COMPLETO DE CONCERTOS